Cripto Semanal #56

Cripto Semanal #56

Institucional
2 de janeiro de 2020 por XDEX
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O ano de 2020 começa marcado pela nova atualização da rede Ethereum, batizada de Muir Glacier. Ethereum: atualização do Muir Glacier ocorre menos de um mês após o hard fork de Istambul Descrito em uma proposta de 22 de novembro pelo desenvolvedor do Ethereum James Hancock, a atualização do Muir Glacier deve ser ativada na rede principal em
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O ano de 2020 começa marcado pela nova atualização da rede Ethereum, batizada de Muir Glacier.

20200102 Tabela 1 - Cripto Semanal #56

Ethereum: atualização do Muir Glacier ocorre menos de um mês após o hard fork de Istambul

Descrito em uma proposta de 22 de novembro pelo desenvolvedor do Ethereum James Hancock, a atualização do Muir Glacier deve ser ativada na rede principal em 1º de janeiro de 2020 no bloco 9.200.000. A data exata está sujeita a alterações devido aos horários variáveis dos blocos e aos fusos horários, e as estatísticas dos blocos em tempo real estão disponíveis no site Ethernodes.org.

De acordo com um post do Ethereum Cat Herders – uma comunidade dedicada ao desenvolvimento da rede – o Muir Glacier tem apenas uma proposta de melhoria, a EIP 2384. A proposta foi projetada para atrasar a chamada “bomba de dificuldade”, também conhecida como Ethereum’s Era do Gelo, por outros 4.000.000 de blocos, ou aproximadamente 611 dias.

A bomba de dificuldade da Ethereum é um mecanismo que deve gradualmente tornar o processo de geração de novos blocos mais complicado e, eventualmente, levaria a rede a um algoritmo de consenso de prova de participação.

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Os Ethereum Cat Herders explicaram que a atualização do Muir Glacier é necessária após a atualização de 7 de dezembro em Istambul devido a problemas que preveem o momento da bomba de dificuldade.

Parceria entre a credenciadora de cartões Cielo e a startup Bifty permitirá pagamentos no varejo em Bitcoin

De acordo com o jornal Valor Econômico, a operação se dará por meio de um QR Code gerado pela maquininha da Cielo, que será lido pelo aplicativo da Bitfy – é preciso uma senha previamente cadastrada pelo cliente para autorizar a transação.

Embora o pagamento seja feito em bitcoins, os varejistas receberão em reais, dado que no exato momento da transação, a criptomoeda é vendida para corretoras parceiras da Bitfy.

Pedido do primeiro ETF de blockchain é arquivado na China

Um pedido de fundo negociado em bolsa (ETF) focado em blockchain foi arquivado no regulador de valores mobiliários da China, de acordo com uma divulgação da Comissão de Regulamentação de Valores Mobiliários da China.

A proposta, apresentada em 24 de dezembro pelo gerente de ativos Penghua Fund, com sede em Shenzhen, é de um ETF que acompanhará o desempenho de uma cesta de ações listadas publicamente em empresas do setor de blockchain.

Se aprovado, o fundo seria o primeiro ETF com tema de blockchain da China, de acordo com um comunicado de 26 de dezembro do Shanghai Securities Journal (SSJ).

Bolsa de Xangai lança “Blockchain 50 Index”

O índice é composto pelas 50 principais empresas de blockchain listadas em Shenzhen por capitalização de mercado. A lista supostamente inclui Ping An Bank, Midea Group e Zixin Pharmaceutical, entre outros.

Como observa o SSJ, as empresas do novo índice refletem uma ampla seção transversal do setor, com especializações que incluem desenvolvimento de hardware, tecnologia e serviços e aplicativos de blockchain.

Libra do Facebook é um ‘fracasso’, diz presidente suíço

O presidente da Suíça classificou Libra de “fracasso” em sua forma atual.

Ueli Maurer, que é ministro das Finanças da Suíça e presidente cessante, disse à emissora suíça SRF que a criptografia do Facebook precisa ser redesenhada para que sua tentativa de consentimento regulamentar no país europeu seja bem-sucedida.

Ele disse: “Eu não acho (Libra tem uma chance em sua forma atual), porque os bancos centrais não aceitarão a cesta de moedas que a sustentam”.

“O projeto, desta forma, falhou”, acrescentou.

A moeda digital liderada pelo Facebook foi criticada por reguladores e políticos por questões de privacidade e falta de supervisão.

No mês passado, os ministros das Finanças da França declararam que “bloqueariam o projeto Libra do Facebook”, pois isso representa uma ameaça à soberania monetária.

O ministro das Finanças de Portugal, Mourinho Félix, também destacou a aversão de seu país ao projeto em uma entrevista recente, dizendo: “Portugal compartilha da preocupação de outros países europeus em relação à criptomoeda do Facebook”.

O governo brasileiro e o Bitcoin em 2019

Os governos ao redor do mundo, e o brasileiro, compactuam a mesma frase: se não pode impedi-los, que pelo menos sejam regulados. Essa vem sendo a visão e forma de disciplinar o mercado de criptomoedas. O mesmo acontece no Brasil, sendo que neste ano o tema ganhou novo impulso com a ampliação das discussões junto ao Congresso Nacional.

Tanto a Câmara quanto o Senado contam com proposições em tramitação que visam regular o setor e colocá-lo sob a responsabilidade do Banco Central.

Até agora a principal regulação ao universo de criptomoedas no Brasil vem da Instrução Normativa 1888, implementada pela Receita Federal em maio passado e em vigor desde 1º de agosto.

Já tramita no Senado o PL 4233/2019, de Flávio Arns (Rede-PR), que altera o Artigo 171 do Código Penal para aumentar a punição para a prática de pirâmide financeira.

Também já no Senado há o PL 3825/2019, também de Flávio Arns, e o PL 3949/2019, de Styvenson Valentim (Podemos-RN) – sendo que o primeiro está com tramitação mais adiantada. Ambos visam definir regras para o mercado, com foco na proteção ao investidor e nas regras a serem seguidas pelas corretoras.

Caso tenha perdido alguma carta semanal, clique aqui.

Os governos ao redor do mundo, e o brasileiro, compactuam a mesma frase: se não pode impedi-los, que pelo menos sejam regulados. Essa vem sendo a visão e forma de disciplinar o mercado de criptomoedas. O mesmo acontece no Brasil, sendo que neste ano o tema ganhou novo impulso com a ampliação das discussões junto ao Congresso Nacional.

Tanto a Câmara quanto o Senado contam com proposições em tramitação que visam regular o setor e colocá-lo sob a responsabilidade do Banco Central.

Até agora a principal regulação ao universo de criptomoedas no Brasil vem da Instrução Normativa 1888, implementada pela Receita Federal em maio passado e em vigor desde 1º de agosto.

Já tramita no Senado o PL 4233/2019, de Flávio Arns (Rede-PR), que altera o Artigo 171 do Código Penal para aumentar a punição para a prática de pirâmide financeira.

Também já no Senado há o PL 3825/2019, também de Flávio Arns, e o PL 3949/2019, de Styvenson Valentim (Podemos-RN) – sendo que o primeiro está com tramitação mais adiantada. Ambos visam definir regras para o mercado, com foco na proteção ao investidor e nas regras a serem seguidas pelas corretoras.

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