Hathor, a primeira DATP original brasileira – Uma primeira análise

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Disclaimer: O Autor é membro do board do projeto, atua como conselheiro, portanto a visão é positivista. DYOR (do your own research, pesquise mais).

Antes de mais nada, eu estou no mercado de tecnologia há 35 anos e desde que tomei contato com criptoativos sou revoltado com chamar as plataformas tecnológicas que os originam de BLOCKCHAIN! Tanto, que 5 anos depois, comecei um doutorado em ciência da computação, para criar uma ontologia explicando todos os pontos dessas plataformas e cunhei o termo D.A.T.P, que quer dizer Distributed & Autonomous Trustless Platform (ou, Plataformas Distribuídas e Autônomas de Garantias). Para mais detalhes de como eu cheguei nisso, existe um compêndio de artigos  aqui, pode ir lá e conferir.

Isto posto, quem é essa tal de HATHOR?

Resumidamente, Hathor Network é uma empresa do universo de cripto ativos, reunindo uma fundação de pesquisa, um time extremamente competente, uma plataforma tecnológica (distribuída em formato open source), e agora, finalmente, uma rede em produção! Maiores detalhes, aqui no main site deles, com links para devs, papers de negócios e até a tese de PHD original de onde surgiu o projeto.

E, ao iniciar em produção, prestamos uma singela homenagem, na mesma data de 11 anos do Bitcoin 03/01/2020, 18:15 UTC)!

Mas porque diabos MAIS UMA DATP no mercado?

No meio de tanto tiroteio, golpes, promessas extravagantes e comparando aos gigantes em desenvolvimento há tempos (Bitcoin, Ethereum, EOS, Hedera, RSK e outros) você deve se perguntar: Mais uma promessa?

A resposta é um sonoro SIM. Mas não promessa, o mercado ainda não está claro e coincidentemente, continuam aparecendo novas plataformas, dia após dia.

O mercado, simplesmente, não está definido.

Em nenhuma das gerações das DATPs, ainda.

Como um paralelo, quando a Binance surgiu, em 2017, foi o mesmo questionamento: com TANTAS exchanges, por que mais uma? “Sem chance, não dura nada” era o argumento. Hoje, é a maior do mundo.

Porque HATHOR, em três petardos (e mais alguns sólidos motivos).

Inicialmente, no lado bem romântico, há o ineditismo. Projeto escrito do zero, em Python e por um time pra lá de poderoso, 100% brazuca. Mas tiveram a humildade de se posicionar como uma Transactional Network, ou seja, uma DATP de primeira geração, sem sucumbir aos desejos de criar nada estapafúrdio.

Além disso, é mais uma CO-CHAIN (ver nota técnica 1) do universo POW (ver nota técnica 2), ou seja, pode se alavancar em todo o ecossistema formado ao redor do Bitcoin (com toda a estrutura de mineração, px) e pegando carona em sua estrutura de segurança.

Isto posto, três enormes alavancas posicional a plataforma rumo a um lugar ao cripto-sol:

  1. Escalabilidade ON CHAIN: Buscando o santo graal de todos os projetos transacionais, Hathor consegue disponibilizar mais potência transacional que qualquer outra DATP (DLTS permissionadas não entram na conta ainda).
  2. Smart Distributed Code, ON NODES: Numa nova e intrigante filosofia de código, na Hathor o código roda junto com os nodes, no que se denominou de Nano Contracts, tornando as distribuições muito mais seguras e efetivas, por estarem junto com os releases.
  3. Instant Atomic Swap, on CODE: O token original da rede será listado em uma Exchange de alto volume e liquidez e todos os outros tokens derivados terão uma imediata conversão onchain de valor, o que possibilita que de certa forma todos já nasçam “listados” no mercado aberto.

Em breve o time fará um webinar esclarecendo estes e outros pontos, mas só por essas características, vale olhar.

Qual é a chance de um protocolo brasileiro no mercado global?

Esta é a pergunta mais cruel de todas, mas o que mais me apaixona neste projeto.

Sim, uma plataforma brasileira, em pleno 2020, ainda pode fazer estrago lá fora, porque AINDA estamos no começo do jogo.

No seu “Guidance for Assessing Blockchain Platforms”, Homan Farahmad, do Gartner, explica bem esse fato (além de muitos outros autores).

Por incrível que pareça, 11 anos depois do Bitcoin, o game ainda está…. Iniciante!

Por quê se importar em ter um projeto (de preferência vários) nacionais e por quê Hathor?

Ter um projeto de DATP nacional é questão das mais importantes, bem como uma estratégia integrada para outras tecnologias de base (AI, IOT, 6G, computação quântica e outras).

Com o avanço de cripto moedas nacionais (China e Comunidade Europeia), é importante ter uma plataforma com cientistas mais acessíveis e que conheçam a cultura do país.

Próximos passos

Agora que “o primeiro passo visível foi dado”, começamos a correria com roadmaps, novas funcionalidades, governança do modelo evolucional e outras milhares de diversões! Aguardem cenas dos próximos capítulos e aguardamos interações nos canais https://hathor.network/community/

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Sobre o Autor:

Courtnay Guimarães Jr – Executivo especialista em transformação de negócios e indústrias através da tecnologia. Atua há 35 anos no mercado de tecnologia, estando focado disrrupção nos últimos 10 anos. Atualmente é head de inovação, na BRQ Digital Solutions, além de empreendedor no setor de educação, voluntário como Market Advisor em projetos que acredita, fundador da Cogno.school e pesquisador do impacto da convergência tecnológica na cultura e sociedades. Graduado em Ciências Econômicas, pós graduado em Marketing, com certificates em Financial Markets, High Frequency Trading e doutorando em Ciência da Computação, ênfase em Convergência Tecnológica, sobre TAXONOMIA DE PLATAFORMAS BLOCKCHAIN.

Importante: os comentários e opiniões contidos neste texto são de responsabilidade do autor e não necessariamente refletem a opinião da XDEX ou de seus controladores.

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